12 de agosto de 2016

LHL Climatização – Manutenção

LHL Climatização - Manutenção  Preventiva e Corretiva

Em parceria com o cliente, definimos e realizamos levantamentos técnicos dos equipamentos, rotina de atividades, necessidades, prioridades e os recursos necessários para elaborar o atendimento do plano de Manutenção.

Para clientes contratuais emitimos e fornecemos o PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle) definido para o sistema de climatização. Nele são definidos o que e quando será realizada determinada intervenção nos equipamentos instalados de acordo com o número de ocupantes de cada ambiente climatizado, a carga térmica do equipamento e o tipo de atividade desenvolvida no local.

Por que fazer uma manutenção preventiva?

Para manter o rendimento adequado do equipamento.
Trazer uma durabilidade para o equipamento.
Melhorar o ar interno não deixando que tenha fungos ácaros mofos e bactérias.
O Objetivo da LHL climatização e trazer qualidade do ar em ambientes climatizados.

Solicite Orçamento para Manutenção.

Por que é importante a qualidade do ar para a seLHL Climatização - Manutençãogurança no trabalho?

A suspeita de que bactéria Legionella pneumophila no gabinete do ministro das comunicações Sergio Motta agravou as condições que levaram a sua morte em Abril de 1998, incentivou a criação da portaria nº 3.523.

A bactéria agressiva, capaz de desencadear uma pneumonia grave e de rápida evolução até mesmo em pessoas jovens e sadias, pode ser adquirida em ambientes com aparelhos de ar condicionado que não passam por limpeza. O micro-organismo sobrevive na água dos dutos do ar condicionado e dissemina-se pelo ar, que é inalado no ambiente. A infecção é mortal se não for tratada precocemente.

Para as empresas, o controle da qualidade do ar é fundamental, pois as condições ambientais desfavoráveis podem tornar-se uma grande fonte de tensão na execução das tarefas, em qualquer situação de trabalho. Estes fatores podem causar desconforto, elevado número de absenteísmo, temperamento alterado, insatisfação e baixo rendimento no trabalho, além de aumentar o risco de acidentes, custos e causar danos consideráveis à saúde dos funcionários.
Existe uma grande associação entre conforto ambiental e sintomas entre trabalhadores expostos a ambientes fechados, ou seja, ambientes com ventilação e climatização artificiais. Estudos revelaram que os ocupantes desses recintos apresentavam um alto percentual de sintomas persistentes, de menor ou maior gravidade, tais como: alergia, dor de cabeça, irritação nos olhos e das mucosas, dores de garganta, tonturas, náuseas e fadiga em geral, não atribuíveis a fatores pessoais de sensibilidade ou doença, e que desaparecem pouco tempo depois da saída do recinto, ficando evidente que os sintomas estavam relacionados com as condições ambientais do local em questão.
É evidente que em ambientes confinados, com pouca ou nenhuma renovação do ar, o mesmo torna-se rapidamente desagradável e até irrespirável, devido à acumulação dos poluentes gerados internamente, que não têm como ser eliminados ou suficientemente diluídos, porque esses locais não possuem janelas para obter a renovação do ar. É também fato conhecido a facilidade com que as doenças respiratórias podem ser transmitidas por um único doente nesses locais, usando como veículo o próprio duto de ar-condicionado.

Veja sobre a Síndrome dos Edifícios Doentes

LHL Climatização - ManutençãoQuando começou a surgir a preocupação com a qualidade do ar no ambiente de trabalho?

A evolução dos sistemas de ar-condicionado, com suas centrais e dutos espalhados pelas industriais, hospitais, escritórios, estabelecimentos públicos e comerciais, e depois nas edificações hermeticamente fechadas, etc, trouxe um novo problema, então despercebidos pelos usuários e fabricantes: a proliferação de doenças no ambiente através do próprio sistema de ar condicionado central e que vem sendo nos últimos anos assunto de preocupação mundial devido ao aparecimento de um alto percentual de pessoas doentes em recintos com ar-condicionado central.
A evolução do homem, também contribuiu, pois em poucas décadas, mudou radicalmente o seu estilo de vida e a forma de se relacionar com o meio ambiente. As atividades produtivas do homem, que durante séculos ficaram alicerçadas em trabalhos manuais, quer sejam voltadas para a agricultura ou não, multiplicaram-se com o avanço tecnológico nas diversas áreas do conhecimento científico. Começaram a surgir as grandes cidades e pólos industriais. Grande parte das atividades do homem passou a ser realizada em ambientes confinados, atividades essas que são exercidas em jornadas cada vez mais extensas.
Após a década de 80, um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS), relacionado com a saúde ocupacional, apresentou dados que demonstram que a qualidades das construções interferem na saúde e bem-estar de seus ocupantes.
De fato, nos dias atuais, e cada vez mais intensamente, passamos grande parte das nossas horas produtivas em ambientes confinados, afastados da iluminação e ventilação natural. Essa situação traz riscos à saúde humana, principalmente se a edificação não tiver sido bem projetada, adaptada às necessidades humanas e mantida por um bom programa de manutenção predial.

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